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1 de março de 2021

Meber consolida história de valorização às pessoas

A trajetória que a Meber consolida com a celebração de seu sexagésimo aniversário de fundação, em fevereiro, traz incontáveis passagens que ilustram a missão institucional de valorizar as pessoas. Uma das mais emblemáticas é a história de Alzir Franceschini. Ele tinha seis anos quando a empresa iniciou sua trajetória em um pequeno espaço na área central de Bento Gonçalves. Por diferença de um dia – a Meber registra sua fundação no dia 1º de fevereiro, e Alzir, comemora sua data de nascimento no dia 02 desse mês –, suas vidas não coincidem em datas. Mas estiveram conectadas durante o último meio século, com mostras de que, mesmo após a aposentadoria de seu Alzir, permanecerão ligadas. “Me sinto um pouco dono da Meber”, diz o agora ex-funcionário.

Pudera. Entre dezembro de 1970, data em que começou a trabalhar na empresa, até janeiro de 2021, quando deu um até logo aos colegas, passaram-se 50 anos de seus 65 de vida. Ganhou até uma festa surpresa por conta de seu aniversário - 2 de fevereiro, um dia depois da comemoração dos 60 anos da Meber. “Foi muito emocionante, porque para mim a Meber é como a minha família”, comenta o portador da ficha de registro de emprego de número 2 da Meber.

A festa, claro, foi na empresa. Seu Alzir foi atraído até lá pelo diretor da Meber, Carlos Bertuol, que havia solicitado sua presença para uma conversa. Ao chegar, Bertuol o conduziu até a fábrica, com o pretexto de lhe mostrar uma peça, mas quem o esperava atrás da porta era o time da Meber cantando parabéns. “Foi uma sensação maravilhosa”, lembra.

A relação entre a Meber e Alzir é sólida como os metais fabricados pela empresa. Está amparada na vivência, na entrega e na confiabilidade entregue pelo ex-funcionário à metalúrgica. “O que me marcou muito em todo esse tempo foi a confiança que sempre depositaram em mim”, diz Franceschini, que chegou até a assinar cheques em nome da Meber e ganhou o microfone de Bertuol para se pronunciar aos funcionários nos 59 anos da casa, no ano passado.

Histórias cruzadas

O ingresso de Alzir à empresa mostra mais uma das coincidências de sua trajetória com a Meber: seu pai, Rodolfo, também trabalhava com a família Bertuol, uma das fundadoras da empresa. Desde 1995, a gestão está sob o comando das famílias Bertuol e Chiaramonte.

No dia 3 de dezembro de 1970, Alzir começava o trabalho na então Mecânica Bertuol, que ocupava o subsolo de um prédio no centro da cidade. Sua atuação englobava a prestação de serviços gerais de mecânica e metalúrgica. No ano seguinte, a Meber daria o grande impulso para se tornar o que é hoje, marcando para sempre sua história. A empresa patenteou uma válvula que permitia à Corsan consertar vazamentos de água sem obstruir a passagem do líquido em toda a rua. Foi o ingresso no segmento de metais.

Seu Alzir estava lá quando isso aconteceu. E também durante outros episódios marcantes da fabricante de metais. Trabalhou nas três sedes da Meber – no espaço localizado na Barão do Rio Branco, nos pavilhões da Humberto de Alencar Castelo Branco e no atual ponto, no distrito industrial – e vivenciou a transição do trabalho manual e mecânico do chão de fábrica para os modernos conceitos da indústria 4.0. O garoto que entrou no setor de moldes da empresa passou por diversos cargos ao longo do tempo, galgando postos importantes na empresa. Foi coordenador de fundição, coordenador da fábrica, gerente de suprimentos e gerente de produção.  “Ultimamente, acompanhava de casa a produção, sabia até qual máquina estava parada, é uma evolução fantástica. A Meber nunca se acomodou, sempre pensou em inovar, é uma empresa de visão”, elogia o ex-funcionário que, ao se aposentar, ocupava o cargo de gerente de produção.

Seu Alzir e a Meber têm histórias que se fundem e se confundem. Ele trabalhou com três gerações das famílias Bertuol e Chiaramonte: os fundadores, os atuais diretores e os filhos desses. E foi ali que fez sua vida e conquistou sua independência. Num mesmo dia 3 de dezembro, a mesma data em que começou a trabalhar na Meber, seu Alzir começou a formar sua família, casando-se em 1988, em mais um episódio que liga ele à empresa. “Tudo que conquistei e que tenho foi por conta do meu trabalho. Quem me propiciou isso foi a Meber. E fico muito feliz porque eles me querem por perto, me deram a liberdade de sempre que eu quiser, voltar para visitar a empresa”, conta.

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